27 de dezembro de 2009

As sete crenças-chave das pessoas de sucesso

Ao longo dos anos, tive a oportunidade de trabalhar com muitas pessoas e estudar com elas,sendo muitas delas consideradas como génios da nossa cultura. Tratam-se de indivíduos extraordinários das artes,negócios, desporto e assim sucessivamente.Como síntese do trabalho que realizei com eles,apresento a seguir aquilo que descobri como sendo as sete perspectivas de sucesso nucleares de pessoas de topo, felizes e saudaveis.
Lembre-se,uma crença não é mais do que uma perspectiva-uma janela através da qual apreendemos o mundo.Quando escolher ver o mundo através da janela destas perspectivas positivas,criará um ponto de vista com mais recursos, e poderá começar a registar rupturas na sua vida imediatamente. Não importa se acredita realmente na veracidade destas coisas-limite-se a imaginar vivamente como seria a sua vida se soubesse, neste momento,que...


1.É o especialista sobre si
Existe uma velha história sufi sobre um homem que procurava as suas chaves fora de casa, por baixo do poste de luz iluminando a sua rua.Muitos dos vizinhos juntaram-se a ele na busca,até que um deles perguntou finalmente:"Onde perdeu as suas chaves?" E o homem respondeu:"Dentro de casa."
Surpreendido, o vizinho perguntou:"Então porque está a procurar aqui?"
O homem respondeu:"Porque há mais luz aqui fora." A verdade é que ninguém o conhece melhor do que você.Mesmo que tenha passado a vida inteira a procurar respostas fora de si, quando começar a olhar para dentro, surgirão cada vez mais as respostas perfeitas para as perguntas da sua vida.


2.Não está partido: não precisa de ser consertado
No século XIX, o conceito de pessoas que estavam "avariadas" ganhou adeptos na comunidade nascente de psiquiatras,e tornou-se um padrão durante centenas de anos. Génios como Richard Bandler e psicólogos modernos liderados por inovadores como Martin Seligman e Mihaly Csikszentmihalyi vêem as coisas de forma diferente. O ramo emergente da Psicologia Positiva baseia-se no pressuposto de que se quisermos reproduzir a saúde mental, deveremos estudar as pessoas que são saudáveis, e não as que estão doentes.
Aprendi, durante o longo período em que trabalhei com pessoas de todos os tipos e origens, que todos fazem o que fazem por uma boa razão,apesar de essa razão poder parecer pouco apropriada ao mundo exterior.Todos os comportamentos disfuncionais têm uma intenção positiva ou serviram alguma vez um obectivo, que hoje poderá ter dido ultrapassado.
Por exemplo, se alguém tem medo de voar, poderá ser por uma série de razões,mas se assumirmos que a fobia tem uma intenção positiva,será fácil perceber que tudo se resume ao desejo de segurança.Quando o inconsciente descobre novas formas de mantê-lo seguro sem a resposta fóbica desnecessária, a fobia em si torna-se desnecessária.
É por isso que, através de técnicas psicológicas modernas,podemos curar actualmente fobias de uma vida inteira numa questão de minutos.


3.Já possui todos os recursos de que precisa para o sucesso
Sente-se confiante para atar os atacadores ou ir às compras? Então é porque já dispõe de reservas de confiança em si. Então, pode sentir confiança para falar em público ou abordar uma pessoa por quem se sente atraído, ou seja o que for que desejar.
Alguma vez sentiu amor no seu coração por um parente, uma criança ou mesmo um animal de estimação? Então pode sentir mais amor pelo seu parceiro, pela família ou mesmo por si.
A única diferença entre si e alguém que já está a viver como um génio é a aprendizagem para aceder a recursos pessoais nos momentos oportunos.


4.Pode alcançar o que quiser se dividir a tarefa em segmentos suficientemente pequenos
Há alguns anos, um homem comeu um avião ao longo de alguns meses, desmantelando-o em pedaços pequenos. Não recomendo, obviamente, que tente esta façanha, mas a verdade é que todas as competências podem ser aprendidas e todos os problemas resolvidos se forem desmontados em fragmentos suficientemente pequenos. Quando treina o seu cérebro para olhar para tarefas gigantescas em termos de etapas simples e possíveis. Já fazemos isso naturalmente. por exemplo, quando quer recordar um número de telefone, divide-o em segmentos mais curtos;quando quer comprar algo caro, como um automóvel ou uma casa, paga em prestações pequenas e geríveis.
Esta é a ideia principal:

Se quer destruir o muro entre você e a vida dos seus sonhos,
é melhor fazê-lo com um tijolo de cada vez!

5.Se aquilo que está a fazer não funciona,faça outra
coisa

No seu best-sellerde gestão,Quem mexeu no meu queijo?,o autor Spencer Johnson aponta a diferença entre ratos e homens.Quando os ratos descobrem que o que estão a fazer não funciona,tentam outra coisa;quando os humanos descobrem que o que fazem não funciona, procuram um culpado.
Oiço muitas vezes pessoas encurraladas dizerem:"Mas eu sempre fiz assim",ou "Não sou assim". A verdade é que aquilo que nos parece normal é fruto da nossa programação e não o nosso potencial. Se quizer começar a produzir resultados diferentes na sua vida,precisará de sair da sua zona de conforto e fazer algo diferente.


6.O fracasso não existe
apenas o feedback


Quando é que falha? Quando decide parar a sua aprendizagem.Até então, todas as respostas que obtém são informações valiosas que podem ser usadas para indicar-lhe se as suas acções estão a levá-lo mais perto ou mais longe daquilo que deseja.Da mesma forma, quando um avião voa para o seu destino, está fora da rota em 90 por cento das vezes, ajustando constantemente o seu plano de voo para manter o seu percurso.
Na verdade, as pessoas bem-sucedidas percebem que o sucesso é o que acontece quando já terminou a fase do fracasso. Na minha experiência,as pessoas que "conseguiram"têm uma coisa em comum-cometeram mais erros do que as pessoas que não têm sucesso.Todos os erros ou fracassos são ocasiões de aprendizagem disfarçadas.
O "fracasso" é um requisito do processo de aprendizagem, e não o objectivo do processo de aprendizagem.Na realidade, as pessoas não falham-são as estratégias,tácticas e planos que falham. O que fazer se a sua estratégia, táctica ou plano não produzirem o resultado desejado? Mude a sua estratégia, táctica ou plano até descobrir o que funciona!
O medo do fracasso é um desmotivador poderoso, mas perde o deu poder sobre nós quando diminuímos a sua carga emocional.Esta semana, escolha uma área da sua vida em que tem dificuldades,e dê a si mesmo a permissão de"falhar"pelo menos dez vezes. Terá de definir o que é o fracasso para si-se está no sector de vendas, isso pode significar acumular pelo menos dez rejeições; se é escritor, permita-se escrever pelo menos dez páginas más.
O sucesso torna-se frequentemente mais doce quando é preciso algum esforço para lá chegar. Quando perceber que o fracasso não é um fim , mas antes uma pedra de toque, este perderá a sua carga negativa e tornar-se-á um companheiro essencial da sua jornada para a felividade,sucesso e bem-estar.

7.Está a criar o seu futuro AGORA
Quando trabalho com um cliente privado sobre os seus objectivos, pergunto-lhe muitas vezes"Se continuar como está,chegará lá?Para minha surpresa, conhecem sempre a resposta, e geralmente essa resposta é "não".
Uma das diferenças mais significativas que notei entre as pessoas que têm sucesso e as que esperneiam, é o facto de olharem para o seu passado ou presente para criarem o seu futuro.Se olhar continuamente para o passado, sentirá sempre que a história está condenada a repetir-se; se olhar para o presente, descobrirá que existe sempre uma escolha nova a fazer para melhorar as suas possibilidades.Por mais que tenha lutado no passado, cada momento em cada dia, é uma oportunidade para fazer novas escolhas e criar novos resultados.



Paul McKenna

22 de novembro de 2009

O Poder das Crenças:

Um paciente não tinha qualquer respeito por si mesmo,porque acreditava ser um cadáver,e o seu psiquiatra esteve várias sessões a tentar convence-lo de que não era um cadáver.
Finalmente, um dia o psiquiatra perguntou ao paciente se os cadáveres sangravam.O paciente foi peremptório.
"Os cadáveres não sangram",insistiu."Todas as suas funções corporais ficam
paralisadas".
O psiquiatra persuadiu então o paciente a participar numa experiência em que picaria a sua mão com uma agulha para ver se sangraria.E obviamente, quando a agulha atravessou a pele, começou a sangrar.
Com um olhar de espanto, o paciente disse:"Ora essa...afinal os cadáveres sangram.