29 de abril de 2010

MEDO DA POBREZA

Dificilmente se encontra uma pessoa que não tenha medo da pobreza. Veja como as pessoas lutam desesperadamente para amontoar bens a fim de se livrar da pobreza.

E, embora fiquem ricos, continuam assustados. Essa luta atormentada e persistente contra o medo da pobreza provoca o stress, o esgotamento e, por fim, o homem acaba por ter um desnecessário enfarte.

Você não nasceu para a pobreza. Você é filho de Deus e tem todo o universo á sua disposição. Mergulhe na riqueza infinita. Tanto a pobreza quanto a riqueza são apenas estados de espírito que geram a realidade correspondente.

Não acredito que a religião pregue a pobreza como condição humana embora existam aqueles que optam pela vida pobre por professarem uma ascese que os satisfaz interiormente.

Jesus pregou a "pobreza em espírito", o que é muito diferente da "pobreza económica ou física". Essa é um estágio transitório, que não deve irritar e nem perturbar a pessoa, mas ser-lhe degrau para alcançar a prosperidade. Acredita na prosperidade e será próspero.

Não tenha medo da pobreza, nem guarde ressentimentos contra os ricos, mas canalize as suas energias físicas e mentais, os seus entusiasmos e criatividades, no sentido de crescer sempre mais economicamente.

Se os seus pensamentos constantes forem de abundância, atrairá abundância inevitavelmente.


 

28 de abril de 2010

MEDO DAS DOENÇAS

Por certo, conhece um grande número de pessoas que têm a mania das doenças. Outras tantas pessoas não a têm. Mas vivem a falar de enfermidades, de mortes e de remédios. Há ainda, pessoas, que tanto medo tem, que vivem o tempo todo a falar em doenças.

Lembra-se daquela lei da mente: o semelhante atrai o semelhante!

Pensamentos de doença atraem a doença.

Coloque-se sob a protecção divina e crie a imagem permanente da saúde.

Imagine-se sadio todos os dias e a doença não entrará no seu corpo.

A sua imagem original e verdadeira é sempre perfeita, por isso mantenha-se ligado a essa imagem verdadeira. Não faça existir aquilo que não existe. Risque fora a doença da sua mente e ela desaparecerá da sua vida.

 

15 de abril de 2010

MEDO DA CRÍTICA

Este é um dos temores mais comuns. O medo da crítica, ou seja, o medo "do que os outros vão dizer" é um demónio devastador. Sufoca talentos, espreme personalidades, destrói felicidades, cria barreiras imensas e aniquila a liberdade e a autoconfiança.

Se quer ser alguém neste mundo e quer viver a vida na plenitude sonhada, não se deixe vencer pelas críticas.

Se todos tivessem dado ouvidos às críticas, muitos grandes homens não existiriam e não existiam o automóvel, o avião, as viagens espaciais, e até mesmo o homem não teria pisado na lua.

Seja você. Deixe-se guiar pela Sabedoria Infinita, que está no seu íntimo, e siga em frente de cabeça erguida, sem se assustar com as críticas. Passe com a caravana e deixe que os cães ladrem á lua.

Ralph Valdo Emerson escreveu uma mensagem muito importante a que o convido a meditar.

Acreditar no nosso próprio pensamento, acreditar que aquilo que é verdadeiro para nós, no âmago do nosso coração, é verdadeiro para todos os homens, isto é génio.

Expressemos a nossa convicção latente e ela será o consenso universal; pois o mais íntimo se torna, oportunamente, o mais exterior, e o nosso primeiro pensamento nos é devolvido pelos clarins do Juízo Final. Dada a familiaridade que cada qual tem para a voz da mente, o maior mérito que atribuímos a Moisés, Platão e Milton, é o de que desprezaram livros e tradições e falaram, não do que os homens pensavam, mas daquilo que eles pensavam. Todo o ser humano deveria aprender a captar e atentar para o fulgor de luz que lampeja pela sua mente, provindo do seu âmago, mais do que o brilho do firmamento de menestréis e sábios. No entanto, despreza ele, instantaneamente, seu pensamento, porque é seu. Em toda a obra de génio, reconhecemos os nossos próprios pensamentos rejeitados; eles voltam para nós com uma certa estranha majestade. As grandes obras de arte não encerram lição capaz de nos afectar mais do que isto. Ensinam-nos a sustentar a nossa impressão espontânea, com bem-humorada inflexibilidade, mesmo quando todo o clamor de vozes está do outro lado. Do contrário, mais tarde, um estranho dirá, com magistral bom senso, precisamente o que sempre pensamos e sentimos, e seremos forçados a receber de outrem, envergonhados, pela nossa própria opinião.

Há uma voz correcta dentro de si, que gosta de si, que quer o seu sucesso e felicidade; é essa voz que deve ouvir. E quando tiver que ouvir o que alguém fala, faça apenas com a intenção de confrontar com a palavra verdadeira que brota do seu interior.

Deixe que os outros pensem como quiserem e sejam como quiserem. Apenas não permita que eles tomem conta de si e entrem a decidir no mundo que é apenas seu.

14 de abril de 2010

LIBERTE-SE DO FANTASMA DOS MEDOS

Se existe demónio no mundo, este tem o nome de Medo. Os medos formam a corja dos demónios que atormentam a humanidade. Eles estão em toda a parte, penetram sorrateiramente em tudo, e conseguem, frequentemente, aninhar-se dentro da mente das pessoas.

Todo o pensamento de medo tem uma forte força magnética, que atrai a realidade.

Existem muitos tipos de medos, mas vamos desmascarar para sempre os mais frequentes:

MEDO DA POBREZA

Dificilmente se encontra uma pessoa que não tenha medo da pobreza. Veja como as pessoas lutam desesperadamente para amontoar bens a fim de se livrar da pobreza. E, embora fiquem ricos, continuam assustados. Essa luta atormentada e persistente contra o medo da pobreza provoca o stress o esgotamento e, por fim, o homem acaba adquirindo um desnecessário enfarte.

Você não nasceu para a pobreza. Sendo um filho de Deus tem todo o universo á sua disposição. Mergulhe na riqueza infinita. Tanto a pobreza quanto a riqueza são apenas estados de espírito que geram a realidade correspondente.

Não acredito que a religião pregue a pobreza como condição humana embora existam aqueles que optam pela vida pobre por professarem uma ascese que os satisfaz interiormente.

Jesus pregou a "pobreza em espírito", o que é muito diferente da "pobreza económica ou física". Essa é um estágio transitório, que não deve irritar e nem perturbar a pessoa, mas ser-lhe um degrau para alcançar a prosperidade. Acredite na prosperidade e será próspero.

Não tenha medo da pobreza e nem guarde ressentimentos contra os ricos, mas canalize as suas energias físicas e mentais, seus entusiasmos e criatividades, no sentido de crescer sempre mais economicamente.

Se os seus pensamentos constantes forem de abundância, atrairá abundância inevitavelmente.

Amanhã falarei sobre o Medo da Crítica

Manuel Moreira